Sim, mas só em pequenas quantidades.
O mel é formado pela coleta, processamento e armazenamento do néctar de flores ou da seiva de plantas. Além da abelha-melífera (que produz o mel tradicional), outros insetos que fazem esse processo são algumas vespas do gênero Brachygastra, encontradas na América Central e na América do Sul, que guardam pequenas quantidades do doce em seus ninhos. Esse produto, no entanto, não é explorado comercialmente porque as vespas costumam ser mais agressivas.
Já as “formigas-pote-de-mel” são espécies em que as operárias armazenam a secreção açucarada em seu próprio abdômen, que fica inchado e brilhante. Outras formigas da colônia, então, se alimentam da substância diretamente da barriga de suas colegas. O mel de formiga é especialmente valorizado entre comunidades aborígenes da Austrália.
Existem ainda outros tipos de abelhas que produzem a substância, como as abelhas-sem-ferrão. É desse grupo que vêm produtos como o mel-de-jataí e o mel-de-uruçu, com sabores diferentes do mel comum e bastante valorizados na gastronomia. O mercado, no entanto, é bem menor






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