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Entre o céu e os neurônios

Meditação não é coisa só de budistas. Várias religiões têm sua versão dessa prática

Por Jomar Morais 30 set 2003, 11h19 | Atualizado em 22 jan 2023, 15h52
Entre o céu e os neurônios Priorizar nos meus resultados Google

MEDITAÇÃO
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Hinduísmo

Entre o céu e os neurônios: hinduismo

Textos sagrados do período védico, entre 2000 e 3000 a.C., fazem referências a mantras e contemplações. A meditação é uma das principais práticas do conjunto de escolas religiosas da Índia conhecido como hinduísmo.

Budismo

Entre o céu e os neurônios: budismo

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Foi meditando debaixo de uma figueira que o príncipe Sidarta Gautama alcançou a iluminação, por volta de 588 a.C., tornando-se o Buda. Prática fundamental no budismo, a meditação é vista, sobretudo, como um método de examinar a realidade pessoal e eliminar condicionamentos.

Cristianismo

Entre o céu e os neurônios: cristianismo

Os chamados padres do deserto, da região de Alexandria, no Egito, é que consolidaram a meditação como hábito cristão no século 4. A prática, disseminada nos monastérios, desde o século passado vem sendo adotada por cristãos leigos.

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Judaísmo

Entre o céu e os neurônios: judaísmo

Os praticantes da Cabala, tradição esotérica judaica, difundiram a meditação entre seus adeptos na Europa, por volta do ano 1000, como uma forma de entrar em comunhão com Deus.

Islamismo

Entre o céu e os neurônios: islamismo

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Também por volta do ano 1000, os sufis, que constituem o segmento místico dos muçulmanos, incorporaram a meditação aos seus rituais, os quais incluem o êxtase místico por meio da dança.

Independentes

Entre o céu e os neurônios: independentes

Em 1967, um encontro dos Beatles com o guru Maharishi Mahesh Yogi iniciou a expansão da meditação transcendental no Ocidente e o florescimento de uma infinidade de gurus e técnicas meditativas que, desde então, atraem adeptos em toda parte.

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