Oferta Relâmpago: Super por 7,99
Imagem Blog

Oráculo

Por aquele cara de Delfos Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail maria.costa@abril.com.br.

Há limites oficiais para que pessoas sejam consideradas cegas ou surdas?

Sim. Veja o que a Organização Mundial da Saúde e a legislação brasileira consideram surdez e cegueira totais.

Por Maria Clara Rossini 10 Maio 2024, 10h00 | Atualizado em 4 jun 2026, 15h57
Há limites oficiais para que pessoas sejam consideradas cegas ou surdas? Priorizar nos meus resultados Google

Sim. A OMS considera que ouvidos saudáveis captam sons a partir de 20 decibéis (dB), o equivalente a um sussurro. Até 35 dB, temos uma perda auditiva leve. Ela ainda é capaz de repetir palavras faladas a um metro de distância, mas tem dificuldade para ouvir em lugares ruidosos. De 35 dB a 50 dB, a perda é moderada: a pessoa não ouve uma geladeira ou uma chuva leve.

A perda é severa caso a pessoa não consiga ouvir entre 60dB e 80dB, o que equivale a conversas altas até o alarme de um despertador. Entre 80dB e 95dB, a perda auditiva é profunda, e o paciente não consegue ouvir o barulho do metrô ou uma motosserra. 

Daí chegamos

Continua após a publicidade

à surdez total, dos 95 dB em diante: o indivíduo não consegue ouvir praticamente nenhum ruído do dia a dia. No Brasil, a Lei 14.768 de 2023 garante direitos de pessoa com deficiência a partir de 41 dB.

No caso da visão, uma pessoa saudável consegue ler as letrinhas do teste de acuidade visual (a tabela de Snellen, aquela que todo mundo lê no oftalmologista) a 6 metros de distância.

Diz-se que acuidade é 6/6, uma fração que dá 1 – ou seja, normal. Qualquer resultado menor que 1 indica alguma falta de nitidez. Existe deficiência visual leve (acuidade inferior a 6/12), moderada (inferior a 6/18) e grave (inferior a 6/60). A OMS considera cego quem tem acuidade inferior a 3/60.

Continua após a publicidade

Tanto a cegueira quanto a surdez têm diferentes causas, e podem ser totais ou parciais. Catarata, glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética são alguns problemas que podem levar à cegueira. E a surdez pode ser consequência de viroses, exposição a ruídos, traumas na cabeça, entre outros. Vale lembrar que cada uma dessas causas tem suas particularidades, e qualquer deficiência precisa ser avaliada e acompanhada por outros exames médicos.

Continua após a publicidade

Fontes: OMS; Artigo “Hearing loss grades and the International classification of functioning, disability and health

Pergunta de @fernanda1sa, via Instagram

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com ícone de árvore e raio, texto OFERTA RELÂMPAGO Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas Superinteressante e Veja, e um celular com aplicativo de notíciasBanner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em destaque, acompanhado de um ícone de raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: Super, Veja e uma menor, Guia Quatro Rodas. No canto superior direito, um ícone de árvore estilizada
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Premium

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 63% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).