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Como surgiram os nomes das notas musicais?

Os nomes usados para designar as notas musicais tiveram origem nas letras dos diferentes alfabetos, como ainda hoje se usa nos países anglo-saxões, onde o A corresponde ao lá, o B ao si, o C ao dó, o D ao ré, o E ao mi, o F ao fá e o G ao sol. Nos países […]

Por Oráculo 30 nov 2016, 16h51 | Atualizado em 21 dez 2016, 09h07
iStock | AGrigorjeva
iStock | AGrigorjeva

Os nomes usados para designar as notas musicais tiveram origem nas letras dos diferentes alfabetos, como ainda hoje se usa nos países anglo-saxões, onde o A corresponde ao lá, o B ao si, o C ao dó, o D ao ré, o E ao mi, o F ao fá e o G ao sol.

Nos países latinos e eslavos, a denominação das notas musicais deve-se ao monge italiano Guido D’Arezzo, que viveu no século 11.

Em seus tratados, ele idealizou um sistema para recordar os tons de sete notas. Para isso, usou as sílabas iniciais de cada verso do Hino a São João Batista:

Ut queant laxis/
Resonare fibris/
Mira gestorum/
Famuli tuorum/
Solve polluit/
Labii reatum/
Sancti loannis.

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Assim surgiram ut, ré, mi, fá, sol, lá – e o si, formado pelas iniciais do nome do santo.

Seis séculos mais tarde, em 1693, o nome ut, que era difícil de pronunciar no solfejo – leitura ou entonação dos nomes das notas de uma peça musical -, foi substituído por dó. No entanto, em alguns países, como a França, a primeira nota da escala continua sendo chamada de ut.

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