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Como era feito o chroma key na época das câmeras e filmes analógicos?

Se prepare: a explicação não é nada simples

Por Maria Clara Rossini 30 abr 2025, 12h00 | Atualizado em 4 jun 2026, 16h15
Como era feito o chroma key na época das câmeras e filmes analógicos? Priorizar nos meus resultados Google

Por meio da dupla exposição, uma técnica que já era usada por Georges Méliès no fim do século 19. Ela consiste em unir duas cenas gravadas em momentos diferentes em um único rolo de filme. 

O filme analógico em preto e branco registra a imagem por meio da exposição à luz. Os fótons queimam o filme, delineando a cena gravada. Se não há luz (por exemplo, se a lente estiver tapada) o filme não registra nada. Eu posso usá-lo para gravar outra cena – ou seja, posso expor o filme uma segunda vez.

Mas e se eu tapar apenas a metade esquerda da lente? Então só o lado direito da cena será registrado. Depois, eu posso tapar o lado direito da lente e usar o mesmo rolo para gravar outra cena. Ao revelar esse filme, teremos uma cena no lado esquerdo do frame e outra do lado direito.

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É brincando com o contraste e exposição à luz que surgiu o princípio do chroma key, ou tela verde. As técnicas ficaram mais sofisticadas com o tempo, sendo empregadas em filmes que vão desde O Homem Invisível (1933) até Star Wars: Uma Nova Esperança (1977). 

Veja a técnica abaixo, que foi patenteada pelo cineasta Frank D. Williams em 1918.

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Infográfico, em fundo vermelho, com seis películas de filme fotográfico, explicando o processo de chroma key analógico.
(Arte/Superinteressante)
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