Quase ninguém toca no troféu real – e outras curiosidades da Copa

A Copa do Mundo de 2026 se aproxima – e com ela, o sonho do hexa. Enquanto não levamos o troféu para casa, confira quatro curiosidades sobre a taça mais desejada do futebol  

A lista de pessoas que têm permissão para tocar ou segurar o troféu com as próprias mãos é restrita. Estão na lista os dirigentes da organização, jogadores e treinadores que venceram a Copa do Mundo, e chefes de Estado.

1 - Quase ninguém encosta no troféu original

As seleções comemoram com o troféu original por pouco tempo. Depois da cerimônia de premiação, ele é recolhido pela FIFA e volta à sede da federação, em Zurique (Suíça). Então, o time vencedor recebe uma réplica para levar para casa.

2 - O troféu é oco por dentro

O troféu da Copa do Mundo tem 36,5 cm de altura e é feito de ouro 18 quilates. Se fosse de ouro maciço, pesaria 70 kg. Hoje a FIFA deixa claro: o troféu é oco por dentro.

O troféu original é feito de 6 kg de ouro e tem 13 cm de diâmetro na base, feita com duas camadas de malaquita. A réplica que os campeões mundiais recebem  é feita de bronze, banhada a ouro e tem o nome do país campeão gravado na base.

Eis um bom motivo para a FIFA tomar tanto cuidado com o troféu. Primeiro, ele desapareceu na Inglaterra, quatro meses antes do início da Copa de 1966. Foi recuperado após ser farejado por um border collie.

3 - O troféu já foi roubado duas vezes

O segundo roubo aconteceu em 1983, quando o troféu estava na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Desta vez, ele desapareceu para valer e nunca foi recuperado – acredita-se que virou barras de ouro.

O primeiro prêmio foi o Troféu Jules Rimet, desenhado pelo escultor francês Abel Lafleur para a primeira edição da Copa do Mundo. Era inspirado na estátua grega Vitória de Samotrácia

4 - O primeiro troféu era diferente do atual

O design mudou em 1974, porque o Brasil recebeu o Jules Rimet permanentemente depois de vencer a Copa do Mundo pela terceira vez em 1970. Acontece que a taça não existe mais, já que foi roubada em 1983.