Lagostas sentem dor? Novo estudo indica que sim
Lagostas sentem dor? Um novo estudo reacende o debate e sugere que esses crustáceos podem, sim, ter experiências semelhantes ao sofrimento.
Lagostas sentem dor? Um novo estudo reacende o debate e sugere que esses crustáceos podem, sim, ter experiências semelhantes ao sofrimento.
A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Gotemburgo. Os cientistas estudaram a espécie lagosta-norueguesa, comum na Europa.
A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Gotemburgo. Os cientistas estudaram a espécie lagosta-norueguesa, comum na Europa.
O experimento analisou a reação de fuga desses animais após choques elétricos leves aplicados na água.
O experimento analisou a reação de fuga desses animais após choques elétricos leves aplicados na água.
Sem tratamento, todas as lagostas reagiram ao estímulo. Mas o resultado mudou quando analgésicos foram administrados.
Sem tratamento, todas as lagostas reagiram ao estímulo. Mas o resultado mudou quando analgésicos foram administrados.
Com lidocaína, apenas 7 de 13 reagiram. Com aspirina, a resposta caiu ainda mais: só 3 de 13 animais.
Com lidocaína, apenas 7 de 13 reagiram. Com aspirina, a resposta caiu ainda mais: só 3 de 13 animais.
Para os pesquisadores, isso indica que a reação não é apenas reflexo. Os medicamentos parecem reduzir a percepção de dor.
Para os pesquisadores, isso indica que a reação não é apenas reflexo. Os medicamentos parecem reduzir a percepção de dor.
Outros estudos já mostraram comportamentos semelhantes em invertebrados, como fuga de estímulos nocivos e aprendizado com experiências.
Outros estudos já mostraram comportamentos semelhantes em invertebrados, como fuga de estímulos nocivos e aprendizado com experiências.
Outros estudos já mostraram comportamentos semelhantes em invertebrados, como fuga de estímulos nocivos e aprendizado com experiências.
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O debate já impacta leis: países como Reino Unido reconhecem que crustáceos podem sentir dor e adotam regras de bem-estar.
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A discussão também afeta a culinária. Métodos de abate mais humanizados estão sendo estudados pela ciência e pela indústria.
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