7 obras de arte brasileiras que não estão no Brasil

Datado de 1826, a obra faz parte do acervo da Biblioteca Oliveira Lima, localizada na Universidade Católica da América, em Washington, EUA.

1) Busto de Dom Pedro I,  de Marc Ferrez

Essa biblioteca, doada pelo diplomata pernambucano Manuel de Oliveira Lima (1867-1928), contém diversos documentos e livros do nosso País – é o maior acervo brasileiro no exterior.

Nos anos 1960, Tarsila vendeu o quadro para o colecionador e fundador do MASP, Pietro Maria Bardi.

2) Abaporu,  de Tarsila do Amaral

Após várias vendas e polêmicas, o quadro ficou com o empresário argentino Eduardo Costantini, que fundou em 2001 o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA), onde o Abaporu está.

A obra de 1937 foi pintada quando Cavalcanti estava em Paris. O quadro foi comprado pelo governo francês.

3) Danse populaire brésilienne, de Di Cavalcanti

Hoje, faz parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Paris. A pintura, influenciada pela obra do amigo Fernand Léger, retrata o cotidiano de mulheres brasileiras.

O consagrado artista plástico carioca iniciou a série Bólides em 1963. Tratavam-se de caixas de madeira, vidro e plástico contendo materiais variados.

4) Bólides,  de Hélio Oiticica

Os Bólides estão espalhados por diversas instituições de arte ao redor do Brasil e do mundo (e por isso a inclusão nessa lista). O MoMA, em Nova York, tem o B16, por exemplo.

Em 2019, o Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York anunciou a aquisição definitiva de A Lua, quadro pintado em 1928 por Tarsila.

5) A Lua, de Tarsila do Amaral

Antes, a obra pertencia a uma coleção privada: estava nas mãos dos Feffer, família fundadora da fábrica de papel Suzano, desde a década de 1950. 

Babel é uma torre de 5 metros de altura feita inteiramente de rádios empilhados, os quais permanecem sintonizados em estações diversas, com o volume baixo.

6) Babel, de Cildo Meireles

A obra foi concluída em 2001. Foi instalada em alguns museus brasileiros e estrangeiros e, depois, comprada em definitivo pela Tate Modern, de Londres, em 2013.

Os painéis foram doados em 1957 para a ONU para representar o Brasil na organização. Hoje, estão no térreo do prédio da Assembleia Geral da ONU.

7) Guerra e Paz, de Candido Portinari