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Os óculos da Xiaomi

Eles têm o dobro da bateria dos Ray-Ban Meta – e permitem pagar compras simplesmente olhando para um QR Code.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
7 ago 2025, 14h00 •
  • Os Ray-Ban Meta Smart Glasses venderam 2 milhões de unidades desde seu lançamento no exterior, em 2023. Reinaram sozinhos, eram o único produto do tipo disponível no mercado. Mas, agora, ganharam um concorrente interessante: os Xiaomi AI Glasses, que já estão à venda na China.

    Eles reproduzem os principais recursos dos Ray-Ban (permitem fotografar, filmar, ouvir música ou podcasts, e traduzem conversas em tempo real), mas vão além em dois pontos. O primeiro é a bateria, com o dobro da capacidade: são 263 mAh, o suficiente para oito horas e meia de uso (contra quatro horas dos Ray-Ban).

    Imagem, em fundo verde, de um óculos de armação preta e suas múltiplas funções.
    (Xiaomi/Montagem sobre reprodução)

    O outro diferencial está no sistema de pagamentos: basta olhar para um QR Code, e dar um comando de voz confirmando, para pagar uma compra. Esse recurso, cuja estreia está prometida para setembro, irá utilizar a infraestrutura financeira do aplicativo Alipay, que é onipresente na China – até os vendedores de rua aceitam.

    Os óculos também têm uma assistente de inteligência artificial, a XiaoAI, que responde perguntas (apenas em chinês). Eles custam 2.000 yuans (o equivalente a R$ 1.500), ou 2.700 yuans (R$ 2.000) na versão com lentes eletrocrômicas – que escurecem ao toque de um botão.

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