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Abril Day: Super por apenas 4,00

Este objeto, feito à base de papel, consegue armazenar a energia de movimentos

A ideia é que, no futuro, a tecnologia possa nos ajudar a carregar celulares - e até mesmo contribuir para a medicina

Por Marina Demartini, de Exame.com
17 abr 2017, 17h03 • Atualizado em 11 mar 2024, 14h39
  • Um grupo de cientistas criou uma nova maneira de recarregar aparelhos eletrônicos sem o uso de tomadas ou pilhas. Eles desenvolveram um material super leve capaz de capturar e armazenar energia a partir de movimentos feitos por usuários.

    O gadget criado pelos pesquisadores é um desdobramento de outro dispositivo desenvolvido por eles: o nanogerador triboelétrico (Teng, na singla em inglês). Esse tipo de produto aproveita a energia mecânica gerada pelo movimento do corpo — nossos passos, por exemplo — para alimentar a bateria de equipamentos eletrônicos portáteis.

    O problema dos Tengs é que eles demoram horas para recarregar aparelhos minúsculos, como sensores. Além disso, eles são geralmente feitos de acrílico, um material muito pesado para ser inserido em gadgets de pequeno porte, como celulares.

    Para driblar esses dois problemas (tempo de recarga e peso), os cientistas combinaram duas tecnologias. A primeira é um supercondensador feito a partir de papel revestido de ouro e grafite — graças a ele, o material é capaz de armazenar grandes quantidades de energia.

    Já a segunda é um Teng criado à base de papel, também revestido de ouro, e uma película fluorada de etileno propileno.

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    Com esse dispositivo super leve em mãos, o time de pesquisadores conseguiu recarregar cerca de um volt de um dispositivo portátil em apenas alguns minutos. Segundo o estudo, isso é suficiente para alimentar um relógio ou um controle remoto.

    Os cientistas esperam que o material possa auxiliar no desenvolvimento de eletrônicos pessoais, como celulares, ou em aplicações médicas. De acordo com o estudo, a tecnologia poderia aperfeiçoar como sensores de temperatura e até mesmo medidores de glicose.

    Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com

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