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Smart glasses: a próxima transformação

Os óculos com tela integrada têm o potencial de revolucionar a sociedade – mais até do que os smartphones. E o primeiro deles acaba de ser lançado nos EUA.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
14 nov 2025, 14h00 • Atualizado em 14 nov 2025, 18h36
  • Os Meta Ray-Ban Display (US$ 800) têm uma tela na lente direita. Ela é invisível para as outras pessoas, pois usa a tecnologia waveguide: a luz (gerada por um microprojetor embutido na armação) se propaga por canais esculpidos na lente.

    Imagem, em fundo amarelo, de um óculos preto e uma pulseira preta.
    (RayBan/Meta/Montagem sobre reprodução)

    Dá para ler mensagens, usar mapas ou consultar uma IA e ler a resposta nas lentes. Os óculos também traduzem idiomas (legendando a fala da outra pessoa), tocam músicas e podcasts, tiram fotos e gravam vídeos. Vêm com uma pulseira que detecta os movimentos dos dedos – para clicar em algo, basta encostar o polegar no indicador. A bateria dura seis horas.

    Os smart glasses podem se tornar a próxima grande categoria de gadgets (acredita-se que a Apple esteja desenvolvendo um), e mudar profundamente as relações humanas. Ao conversar com alguém, você não terá como saber se a pessoa está lendo algo. Ou se está usando IA durante uma aula ou reunião, por exemplo.

    Os óculos digitais podem tornar obsoletas as escolas de idiomas. E permitir que as pessoas filmem umas às outras, secretamente, em todos os lugares (os óculos da Meta acendem LEDs para alertar quando estão filmando, mas esse mecanismo já começou a ser hackeado). E diversas outras coisas, hoje impossíveis de imaginar. Usar óculos inteligentes é como ter um smartphone invisível – bem na frente dos olhos.

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