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EUA tentam frear produção de “armas fantasmas”

Elas são feitas em impressoras 3D, não têm registro - e podem ter sido usadas num crime de grande repercussão

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
13 jan 2025, 12h00 • Atualizado em 14 jan 2025, 13h48
  • As “armas fantasmas” são pistolas feitas em casa com uma impressora 3D (que é usada para gerar as peças, a partir de arquivos disponíveis na internet). Foram usadas em atentados em Maryland, na Filadélfia e na Califórnia nos últimos anos, sem maior reação das autoridades.

    Mas isso deve mudar após o caso de Luigi Mangione, o americano de 26 anos que assassinou Brian Thompson, CEO do plano de saúde UnitedHealthcare, em Nova York.

    Segundo a imprensa americana, Mangione utilizou uma Chairmanwon V1, arma fantasma que imita uma pistola Glock com silenciador. Duas empresas do setor de impressão 3D, a Print&Go e a 3DPrinterOS, criaram algoritmos que prometem detectar se o usuário está tentando imprimir peças de armas – e bloquear essa operação.

    Não há estimativas confiáveis sobre o número de pistolas fantasmas nos EUA, cuja população tem 393 milhões de armas registradas (1,1 por habitante).

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