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Quanto custa o selo mais caro do mundo?

Um selo perdido em uma carta de família acabou valendo milhões

Por Emilãine Vieira para Estúdio ABC
3 jul 2015, 18h51 • Atualizado em 22 fev 2024, 10h37
  • O valioso One-Cent Magenta da Guiana Britânica / Smithsonian’s National Postal Museum

    O selo mais caro do mundo foi vendido pela bagatela de 9 milhões e 480 mil dólares – mais de 29 milhões de reais! Mas, calma, ele saiu originalmente do correio por míseros 3 centavos. O One-Cent Magenta da Guiana Britânica foi impresso em 1856, e, em junho de 2014, foi arrematado em um leilão de Nova York por essa cifra exorbitante, conquistando o recorde mundial. Por que tão caro? Ele é a única unidade ainda existente de sua leva.

    A então colônia criou os selos emergencialmente depois que apenas 10% de um lote de selos enviados pelo império foram entregues. O chefe dos correios recorreu ao jornal local para criar as emissões às pressas, usando uma prensa móvel. Assim que o carregamento oficial chegou, os modelos provisórios foram tirados de circulação.

    Onde o selo esteve?

    O exemplar ficou esquecido entre os papeis de uma família até ser encontrado, em 1873, por um garoto de 12 anos, que o manteve em sua coleção pessoal até vendê-lo para comprar outro selo mais bem conservado. Anos depois, o item foi parar nas mãos do colecionador austríaco Philippe la Renotiere von Ferrary. Com sua morte, em 1917, o legado passou para o museu postal de Berlim e, depois, para a França, entre os acordos de reparação da Primeira Guerra Mundial.

    A partir daí, o One-Cent Magenta circulou por anos nas mãos de compradores, muitas vezes anônimos, sempre batendo recordes quando colocado à venda e contando com raras aparições públicas. Em 2014, foi arrematado pelo filatelista e designer de sapatos Stuart Weitzman, que concordou em emprestar a aquisição por três anos ao Museu Postal Nacional do Smithsonian, em Washington, Estados Unidos – onde o selo fica em exposição entre 4 de junho de 2015 e novembro de 2017.

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    selo-one-cent-magenta-infravermelho  Os detalhes da impressão preta sobre o papel carmim ficam mais visíveis na fotografia com filtro infravermelho / Smithsonian’s National Postal Museumselo-one-cent-magenta-versoVerso do selo / Smithsonian’s National Postal Museum

    Fontes Sotheby’s e Smithsonian’s National Postal Museum

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