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O que é medicina nuclear?

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Por Redação Mundo Estranho
18 abr 2011, 18h57 • Atualizado em 22 fev 2024, 10h57
  • É um dos métodos de diagnóstico por imagem, assim como a radiologia, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a ultrassonografia. Seu funcionamento é simples e baseia-se em reações químicas do metabolismo humano. Os nossos ossos, por exemplo, são compostos de cálcio, fósforo e outros minerais. Quando essas substâncias aparecem no organismo, os ossos imediatamente as atraem para si. O que a medicina nuclear faz é tirar proveito desse fenômeno bioquímico. Primeiro, os médicos misturam o fosfato – substância que contém fósforo – com outra substância de baixa radioatividade. Essa mistura, chamada de radiofármaco ou contraste radioativo, é injetada na veia do paciente e logo os ossos começam a extrair o fosfato da corrente sangüínea. A pessoa é deitada, então, em uma mesa especial que possui um cristal acima e outro abaixo.

    “A radioatividade emitida pelo fosfato e, conseqüentemente, pelos ossos, propaga ondas eletromagnéticas que sensibilizam os cristais, fazendo-os cintilar e mandando essas informações para o computador. O resultado é um desenho quase perfeito dos contornos de cada osso da pessoa. Por isso, o nome do exame é cintilografia. No caso de qualquer alteração – um câncer, por exemplo -, a tendência é de que, na região afetada, o osso atraia muito mais fosfato que um osso saudável. “Assim, na imagem produzida pelo computador, as regiões afetadas brilham mais intensamente”, diz o cirurgião Jairo Wagner, da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear e também responsável por esse setor no Hospital Albert Einstein. O exame pode ser feito em qualquer parte do corpo, com radiofármacos específicos para cada uma delas.

    Já o nome “medicina nuclear” vem do fato de a radioatividade ser um fenômeno que ocorre no núcleo dos átomos. Além de diagnósticos, a técnica também pode ser utilizada para o tratamento de doenças como as disfunções da tireóide.

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