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4 grandes burradas da história da indústria

Se arrependimento falasse...

Por Tiago Cordeiro
11 jan 2016, 14h03 • Atualizado em 22 fev 2024, 10h30
  • kodak

    Câmeras instantâneas: um negócio em que a Kodak não se deu muito bem

    Recusa à câmera digital

    Em 1975, um funcionário da Kodak, Steven Sasson, desenvolveu uma máquina capaz de fazer fotos sem usar filmes. A companhia mandou engavetar o projeto porque acreditava que os rolos é que sustentavam a empresa. Em 2012, a Kodak abriu falência, depois de anos tentando se localizar no mercado de câmeras digitais e telefones celulares que tiram fotos – isso quando tinha o próprio inventor na sua folha salarial

    Recusa aos Beatles

    A Decca Records entrou para a história quando seu executivo Dick Rowe recusou gravar um disco dos Beatles, no começo dos anos 1960. A banda ainda era desconhecida, e ele disse: “bandas com guitarras estão em decadência”. A gravadora ainda existe e é especializada em jazz. Mas nunca lançou um sucesso do tamanho do quarteto inglês

    Recusa a Harry Potter

    O livro Harry Potter e a Pedra Filosofal foi entregue a 12 editoras e recusado por todas elas. Até que a filha de um executivo da Bloomsbury viu o livro e insistiu para o pai que o publicasse, em 1997. O sucesso de vendas foi gigantesco, como se sabe: os sete livros da série se mostraram recordistas em velocidade em que eram esgotados das livrarias

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    Recusa ao telefone

    Alexander Graham Bell tentou vender o telefone por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union. Mas ela não deu bola nem se sentiu ameaçada em seu reino centrado nos telégrafos. Quando tentou voltar atrás, já era tarde demais: Bell estava rico e poderoso com sua própria empresa, a Bell Telephone Company (que, após uma série de fusões, virou a AT&T). As duas empresas dominam o mercado de comunicações norte-americano ainda hoje

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