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Os 7 crimes mais psicóticos de Pablo Escobar

O maior traficante do mundo não chegou ao topo à toa — ao contrário, traçou um caminho sangrento que botou um país inteiro em risco

Por Eduardo Szklarz
13 set 2016, 17h30 • Atualizado em 2 ago 2018, 16h48
  • 1. Explosão de avião

    Em 27 de novembro de 1989, uma bomba derrubou um Boeing 727 da Avianca que sobrevoava o município de Soacha, matando todos os 107 ocupantes. O explosivo estava na maleta de um jovem recrutado pelo Cartel de Medellín, que embarcou achando que carregava um gravador. O objetivo de Escobar era matar o candidato a presidente César Gaviria, que não estava no voo.

    2. Empregado afogado

    Ao saber que um garçom havia roubado prataria da Fazenda Nápoles, Escobar ordenou que os seguranças amarrassem os pés e as mãos do sujeito e o jogassem na piscina. Foi durante uma festa e diante de todos os convidados. O garçom morreu afogado minutos depois. “Isso é o que acontece àqueles que roubam Pablo Escobar”, disse o capo.

    3. Narcos esquartejados

    Em junho de 1992, Pablo convidou os narcos Fernando Galeano e Kiko Moncada para uma visita à sua prisão de luxo La Catedral. Chegando lá, os dois foram amarrados, alvejados e esquartejados por sicários. O Patrão observou seus homens jogando partes dos corpos numa fogueira que simulava um churrasco. O motivo: Galeano e Moncada o haviam traído com o Cartel de Cali.

    4. Atentado contra o DAS

    Em 6 de dezembro de 1989, um ônibus com 500 quilos de dinamite explodiu em frente à sede do DAS (Departamento Administrativo de Segurança) em Bogotá, deixando 70 mortos e mais de 500 feridos. Escobar queria eliminar o general Miguel Maza Márquez, diretor do DAS, que sobreviveu ao ataque.

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    5. Dia das Mães sangrento

    Em 12 de maio de 1990, véspera do Dia das Mães, dois carros-bomba explodiram simultaneamente em pontos comerciais dos bairros de Niza e Quirigua, em Bogotá, onde centenas de pessoas compravam presentes. Os ataques deixaram 21 mortos, inclusive 5 crianças, e dezenas de feridos. No mesmo dia, outro carro-bomba matou 6 pessoas em Cali.

    6. Pânico da Praça de Touros

    Escobar detonou um carro-bomba a 50 metros da Praça de Touro de Medellín, em 16 de fevereiro de 1991, matando 10 civis e 7 agentes do F-2 (organismo de inteligência). A explosão ocorreu às 18:18, logo após o fim de uma corrida de touros, quando as pessoas deixavam a arena em direção aos carros. Muitas ficaram mutiladas.

    7. Terrorismo no hotel

    Usando o alter ego “Extraditáveis”, Pablo usou o terrorismo para forçar o governo a desistir de extraditá-lo aos EUA. Foi assim em 24 de maio de 1990, quando detonou um carro-bomba em frente ao Hotel Intercontinental de Medellín, matando 9 pessoas – inclusive uma menina de 10 anos e 6 policiais do grupo Elite que faziam uma blitz no local.

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