Não é só nos comerciais de TV que cerveja e mulher estão associadas. A descoberta da bebida, pelos sumérios, provavelmente foi obra de uma mulher, já que eram elas que cuidavam da alimentação. O feito, caseiro e despretensioso, resultou numa das primeiras bebidas alcoólicas que o homem conheceu.
Tanto a cerveja quanto o pão surgiram da fermentação de grãos. Isso aconteceu há mais de 10 mil anos, segundo registros encontrados em pinturas rupestres na região da Mesopotâmia (atual Iraque), e foi um importante passo na transformação do homem nômade em sociedades agrícolas, já que tornou possível o armazenamento de alimentos. Para fazer o pão, a cevada era deixada de molho até o grão germinar. Depois, era moída e transformada em bolo. Adicionavam a levedura (tipo de fungo da fermentação do açúcar) e isso assado virava o pão. Para produzir cerveja, deixava-se esses bolos, parcialmente assados, mersos em água, até fermentar.
O gosto não era lá essas coisas: adicionavam tamara, uvas, mel e ervas para melhorar. Mas acabou virando preferência da galera, usada como moeda de troca e até salário. Os sumérios, conhecidos beberrões, tinham uma deusa em sua homenagem, chamada de Ninkasi. Essa querida bebida era tão importante para os babilônicos que o famoso Código de Hamurabi previa terríveis penas aos maus cervejeiros – que fossem enterrados vivos ou assassinados por afogamento, em seu “desastroso” líquido.
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