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5 histórias absurdas para quebrar o gelo nas festas de fim de ano

Não quer falar de política com os seus parentes? Divirta-se com essa coletânea de casos aleatórios.

Por Victor Bianchin
24 dez 2024, 16h00

Vai ceiar com seu tio chato e não sabe o que conversar sem o papo desandar? A Super está aqui para ajudar! Abaixo, recomendamos cinco tópicos altamente aleatórios que vão servir para iniciar conversas muito mais produtivas na mesa sem ninguém querer enfiar o peru no olho do outro.

1) No dia em que deu à luz, a mãe de Jack Black criou o que salvou os astronautas da missão Apollo 13

Montagem do ator Jack Black ao lado de sua mãe, Judith Black.
(Wikimedia Commons/Reprodução)

No dia em que Jack Black, o ator de Escola do Rock e outros filmes memoráveis, nasceu, sua mãe, Judith Love Cohen, estava quebrando a cabeça com um problema. Ela era uma engenheira elétrica a serviço da TRW, desenvolvedora de sistemas especiais que fornecia para a Nasa, e estava trabalhando em algo chamado Sistema de Guia de Abortagem.

Cohen partiu para o hospital levando detalhes do problema impressos em papel. Naquele mesmo dia, voltou para casa com duas novidades: o filho e a solução para o Sistema.

A Apollo 13, de 1970, seria a missão que colocaria pela terceira vez o homem na Lua. Mas ela foi abortada dois dias após o lançamento, quando um tanque de oxigênio explodiu. O time, sustentado por sistemas do módulo lunar (já que os da nave haviam deixado de funcionar), circundou a Lua e voltou para a Terra. O Sistema de Guia de Abortagem foi essencial para essa tarefa.

O cientista da computação Neil Siegel, filho de Cohen e meio-irmão de Jack Black, escreveu sobre a mãe em um livro de 2016, onde disse que, para ela, seu trabalho na Apollo 13 havia sido o ápice de sua carreira. “Quando o desastre atingiu a missão, foi o Sistema de Guia de Abortagem que trouxe os astronautas em segurança de volta pra casa. Judy estava lá quando os astronautas agradeceram nas instalações da TRW na praia de Redondo”, escreveu.

2) A profissão de limpador de bunda real existia na Idade Média

Foto de assento do vaso.
(winnond/Getty Images)
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O que é um rei sem alguém para limpar seu nobre traseiro, não é mesmo? Não aceitaremos menos que isso quando formos coroados.

O termo em inglês é “groom of the stool”, o que pode ser traduzido como “ajudante do banquinho de fezes” ou “camareiro do penico”, algo nesse sentido. O rei Henrique VIII, da Inglaterra, foi o mais famoso a ter esse tipo de serviçal.

Não se sabe, porém, se eles de fato botavam a mão na massa e limpavam o fiofó dos monarcas. De qualquer forma, a profissão comprovadamente existiu. É provável que eles ajudassem os reis a se locomover até o banheiro e a lidarem com as roupas e outros itens de higiene. Também ficavam responsáveis por auxiliar com toalhas e água, já que, nessa época, não havia papel higiênico nem água encanada. 

Com o tempo, por ser um cargo que exigia intimidade e confiança, passou a ser uma posição de prestígio, principalmente a partir da Era Tudor na Inglaterra. Os limpadores de bunda acabaram extintos no século 16.

3) Existe uma estátua em Paris que serve como indicadora de enchente

Foto da estátua do Zouave, meio submersa pelas águas da enchente.
(Wikimedia Commons/Reprodução)
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A estátua Le Zouave (“o Zouave”), que fica abaixo de uma ponte no rio Sena, é utilizada pelos parisienses para medir o perigo de enchentes. Construída em 1856 para homenagear os zouaves (guerreiros de infantaria), ela acabou ganhando, ao longo dos anos, essa função informal e folclórica.

Se a água está abaixo dos pés do Zouave, tudo normal. Se está chegando aos pés, é o primeiro alerta, embora ainda não seja motivo de preocupação. Bateu na cintura, sinal de perigo: algumas áreas já podem estar alagadas e intransitáveis. Chegou no torso? Então protejam seus croissants: isso significa que várias áreas de Paris estão inundadas e há risco sério para os moradores.

A maior quantidade de água que Zouave já viu foi em 1910, durante a Grande Enchente de Paris, quando o nível chegou aos seus ombros.

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4) O ator Terrence Howard inventou uma nova matemática e acredita que 1 x 1 = 2

Foto do ator Terrence Howard.
(Wikimedia Commons/Reprodução)
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O ator Terrence Howard, que interpretou o coronel James Rhodes no primeiro Homem de Ferro (2008), é muito interessado em ciência e criou suas próprias explicações para alguns fenômenos, além de propor certas “teorias” que desafiam a matemática tradicional.

A crença mais conhecida de Howard é que 1 vezes 1 é igual a 2, e não 1, como você e o resto do mundo aprendeu. Por meio de muita ginástica argumentativa, ele tenta emplacar essas teorias, que chama de “Terriologia”. E pior: tem gente que acredita.

Mas Howard não para por aí, claro que não. Ele também não acredita na gravidade. E como não estamos todos flutuando no ar, Terrence? Por meio de diferenças de pressão que fazem com que os objetos “busquem o equilíbrio em um campo de interações eletromagnéticas”

Quem precisa de revisão por pares quando existem fãs, não é mesmo? Muito mais seguro e legítimo fazer ciência assim, rs.

5) Você não vai acreditar no que os Sex Pistols faziam com o próprio baixista

Foto da banda
(Wikimedia Commons/Reprodução)
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Rotten: No Irish, No Blacks, No Dogs foi a autobiografia de John Lydon, vocalista dos Sex Pistols, publicada em 1994. Nela, o artista faz uma revelação absurdamente nojenta. Segundo ele, o baixista do grupo, Glen Matlock, não era lá muito querido pelos colegas. Por isso, certa vez, o guitarrista Steve Jones resolveu lhe pregar uma peça.

Segundo Lydon (também conhecido como Johnny Rotten), Jones tinha o hábito de tirar o miolo de uma baguete, enchê-la de carne de fígado quente e se masturbar com o item. Por volta de 1976, uma ou outra vez, após finalizar o item de panificação com seus próprios fluidos, ele teria oferecido o alimento para Matlock comer — e o baixista, sem saber da verdade, teria aceitado. Segundo Lydon, Matlock “adorava como o pão ficava macio”.

Pelo bem da verdade, vale dizer que Jones negou a história toda em 2017, quando lançou sua própria autobiografia, Lonely Boy: Tales from a Sex Pistol. Na versão do guitarrista, ele apenas entregou a baguete a Matlock para mostrar a ele como usar o item para fins masturbatórios. “É um serviço que eu gosto de oferecer”, escreveu ele.

 

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