Mês do Consumidor: Super por apenas 9,90
Imagem Blog

Oráculo

Por aquele cara de Delfos Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail maria.costa@abril.com.br.

Posso fabricar o meu próprio caixão para ser enterrado?

Algum carpinteiro quer garantir sua cama para a eternidade?

Por Elaine S. Mendes 26 mar 2026, 14h30 •
  • Sim, mas o caixão precisa estar de acordo com leis federais e municipais, normas sanitárias e ambientais, além de regras específicas de funerárias e cemitérios.

    A principal preocupação é sanitária: o caixão deve impedir o vazamento de líquidos, gases e odores provenientes do corpo, evitando a contaminação do solo, do ar, de trabalhadores do serviço funerário e do lençol freático.

    O modelo sextavado é o formato tradicional do caixão, mas ele não é obrigatório. Também não é preciso ter um tamanho ou material específico. No município de São Paulo, o Decreto nº 59.196/2020 estabelece que a urna funerária deve ter dimensões adequadas para conter o corpo (ou partes dele) e fundo confeccionado com material biodegradável.

    Já a Anvisa estabelece que a urna deve ser “resistente e impermeável”. Os CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) proíbem o sepultamento em caixão de material metálico, com exceção dos casos de corpos embalsamados ou exumados. 

    Por que livros novos têm aquele cheiro característico?

    Continua após a publicidade

    Para ser utilizado, um caixão artesanal deve passar por testes, laudos técnicos e certificações que comprovem que atende a esses requisitos e não representa risco à saúde pública.

    Há também uma questão logística. As dimensões não podem fugir muito do padrão de mercado (sextavado, quadrado, P, M, G, GG…). Isso acontece porque o caixão precisa caber no veículo funerário, na cova ou na gaveta do cemitério. Se for grande demais ou tiver formato incompatível, simplesmente não vai caber.

    Continua após a publicidade

    Pergunta de Silvestre Rizzatto, via email

    Fontes: Mirian Gomes, advogada e gerente do Regulatório da funerária Velar; Thomaz Bignotto, diretor de Marketing da indústria de urnas Bignotto.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
    Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.