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Por que as torres de usinas nucleares têm aquele formato característico?

Não é charme: a cinturinha fininha tem uma função prática.

Por Bruno Carbinatto
27 ago 2025, 12h00 •
  • Porque a cinturinha fininha da torre aumenta a eficiência de escoamento do ar quente – e ainda barateia a produção.

    Esse formato típico de ampulheta, com o meio mais fino e os extremos mais largos, é chamado de “hiperboloide” na geometria e é usado nas torres de resfriamento, estruturas que liberam calor do sistema.

    Uma usina nuclear funciona assim: o reator aquece a água até que ela vire vapor – que, por sua vez, move as turbinas que efetivamente geram energia. Depois, esse vapor (que, vale lembrar, não é radioativo) precisa ser resfriado. A torre em formato de ampulheta cria um efeito aerodinâmico de convecção natural: ao passar pelo meio estreito, o ar quente acelera e “puxa” mais o ar de baixo, como num funil invertido. Assim, a estrutura dispensa ventiladores. O topo amplo, por sua vez, ajuda toda essa massa gasosa a sair – o que gera as clássicas nuvens brancas.

    As torres de cinturinha fina não são exclusivas de usinas nucleares – existem em várias indústrias que precisam de um método para resfriar água. Quem patenteou e popularizou o formato hiperboloide foi o engenheiro holandes Frederik van Iterson em 1918. Antes disso, as torres costumavam ter formatos retangulares, como chaminés, e por isso eram menos eficientes.

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