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Facebook marca declaração de independência dos EUA como discurso de ódio

Por Lucas Massao
10 jul 2018, 16h48 • Atualizado em 4 set 2024, 15h35
  • A declaração de independência dos Estados Unidos é um documento considerado lendário pelos americanos. Assinado por representantes das Treze Colônias em 4 de julho de 1776, ele marca, segundo os historiadores, o começo da formação do país.

    Na última semana, o conteúdo da declaração entrou em choque com as políticas do Facebook que tentam impedir que posts com discurso de ódio apareçam na plataforma. O jornal do Texas The Liberty County Vindicator decidiu publicar partes da declaração até o dia 4 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos. Tudo ocorreu bem até as frases entre os parágrafos 27 e 31 terem sido postadas e, logo depois, excluídas pelo algoritmo do Facebook.

    Facebook marca declaração de independência dos EUA como discurso de ódio
    (eurobanks/Montagem sobre reprodução)

    De acordo com Casey Stinnet, editor do jornal, o Vindicator recebeu um aviso do Facebook alertando que o post “ia contra nossa posição sobre discurso de ódio”. Após perceber que havia cometido um erro, a rede social recuperou o post e enviou um e-mail pedindo desculpas pelo ocorrido. “Parece que nós cometemos um erro e removemos algo que você postou no Facebook que não ia contra nossos Padrões de Comunidade. Nós queremos nos desculpar e que você saiba que restauramos seu conteúdo e removemos quaisquer bloqueios impostos à sua conta relacionados a essa ação incorreta.”

    Por meio de um comunicado, Stinnet disse acreditar que o post foi excluído por incluir a frase indian savages (índios selvagens, em tradução livre). “Talvez seria melhor se Thomas Jefferson tivesse escrito ‘nativos americanos em um estágio desafiador de desenvolvimento cultural’”, brincou Stinnet. Na opinião do editor, a ação foi tomada de forma automatizada: “Se qualquer humano trabalhando no Facebook tivesse que revisá-lo (o post), ele seria permitido sem sombra de dúvidas”.

    Via CNN

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