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Macacos aprendem a digitar Shakespeare

Experiência envolveu eletrodos cerebrais e o terceiro ato de Hamlet.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 ago 2017, 16h32 • Atualizado em 16 nov 2017, 13h04
  • Em 1913, o matemático Émile Borel propôs o que viria a ser conhecido como Teorema dos Macacos Infinitos.

    Ele diz que, se você tiver uma quantidade infinita de macacos e máquinas de escrever, eventualmente os bichos acabarão escrevendo algo tão bom quanto Shakespeare – por pura tentativa e erro. É uma das teses mais conhecidas, e divertidas, da ciência da probabilidade.

    Inspirados nela, cientistas da Universidade Stanford resolveram ensinar dois macacos a “escrever” Shakespeare. Implantaram eletrodos nos cérebros dos bichos, que foram ensinados a guiar um cursor para selecionar letras numa tela (a letra correta aparecia em verde) usando o pensamento.

    O texto usado foi o discurso “Ser ou não ser”, do terceiro ato de Hamlet – que os macacos conseguiram copiar na velocidade de 12 palavras por minuto.

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