Sérgio Gwercman, diretor de redação
Uma parte da missão da SUPER é antecipar o que acontecerá nos próximos anos. E, para fazer isso, a gente busca tendências, conversa com especialistas e contrata jornalistas que vivem com os pés no mundo de hoje e a cabeça no de amanhã. Mas a SUPER também tem a missão de olhar para o passado e questionar se tudo aquilo que foi dito se concretizou. Cobrar os pesquisadores pelas promessas que fizeram é mais ou menos o mínimo que a SUPER deve fazer – e também uma oportunidade de entendermos onde a ciência se atrapalha, onde há mais desejo do que capacidade de entregar.
Coube ao repórter João Vito Cinquepalmi explicar por que a medicina ainda não conseguiu cumprir uma de suas principais dívidas. Há 10 anos lemos que o próximo grande passo dos tratamentos de saúde está a caminho. Acontecerá quando formos capazes de corrigir nossos defeitos de fabricação – aquilo que está escrito no DNA. Bastará identificar os genes com problema (algo que a ciência já fez) e então consertá-los.
A ideia faz tanto sentido que a gente nem percebe que há tanto tempo que ela é repetida, repetida e nada. Continuamos lendo muito mais sobre genética nas páginas de revistas do que na bula de remédios. João Vito agora pode explicar o que aconteceu – e também antecipar o que você pode esperar para os próximos anos. Missão cumprida.
PEÇO SEU VOTO!
Em maio, publicamos uma capa sobre amor com uma ideia inovadora: você podia picotá-la em 3 tiras e montar suas imagens. A capa agora está indicada ao prêmio de melhor do ano da Associação Nacional dos Editores de Revista. Gostou? Então vá lá votar na gente, só até dia 8/9: www.concursocapas.org.br.
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