🔥 Mês do Cliente: Revista Impressa + Digital Premium por R$ 14,99/mês!
Imagem Blog

Ciência Maluca

Por redação Super Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Este blog não é mais atualizado. Mas fique à vontade para ler o conteúdo.

Pessoas altas são mais felizes

Por Thiago Perin 17 mar 2011, 13h31 | Atualizado em 21 dez 2016, 10h00
Pessoas altas são mais felizes Priorizar nos meus resultados Google

2841876535_0cf8648490_o

Olha só, eis que felicidade também se mede em centímetros. Quem conta pra gente é o pessoal por trás da Gallup-Healthways Well-Being Index, uma pesquisa dos EUA que entrevistou mil adultos de lá todos os dias por três anos, registrando seus hábitos, status de saúde, estados emocionais e outros fatores relacionados à qualidade de vida.

Depois de compilar os dados, os pesquisadores constataram, entre outras tendências, que as pessoas altas vivem com mais bem-estar do que as baixinhas.

Mas quanto “mais bem-estar”? O blog Economix, do The New York Times, criou gráficos bonitinhos pra gente visualizar a coisa melhor.

Dá uma olhada. Na horizontal, está a altura, medida em polegadas (inches) – no caso dos homens, indo de 1,63 m (64 in) a 1,93 m (76 in) -; na vertical, o “índice de bem-estar”.

Continua após a publicidade

men

Basicamente, as colunas mais altas representam as pessoas mais felizes. Dá para ver no primeiro gráfico que os homens compridos são consistentemente mais felizes do que os baixinhos, e que o homem mais satisfeito com a vida é o que tem 1,91 m (75 in).

Entre as mulheres – agora o gráfico exibe de 1,47 m (58 in) a 1,83 m (72 in) -, a tendência também prevalece: as mais altas reportam mais bem-estar do que as baixinhas.

Continua após a publicidade

Mas não é o caso de “quanto mais alta, mais feliz”: a partir de 1,83 m, a satisfação feminina vai caindo. Aparentemente, ser alta demais não cai muito bem para uma mulher. A mais feliz, segundo a pesquisa, é a que mede 1,73 m (68 in) (e usar salto alto não vai ajudar, viu?).

women

O pessoal da Gallup-Healthways só colheu os dados, então não há nenhuma explicação científica oficial para o “fenômeno”. Mas é fácil supor as razões, né? Acessibilidade, pra começar. Ser capaz de pegar um produto na prateleira mais alta do supermercado certamente faz o cara se sentir melhor consigo mesmo.

Continua após a publicidade

(Gráficos via Economix)

Leia também:
Mulheres altas parecem mais inteligentes
Felicidade é, em parte, genética
Homens gostam de mulheres com braços compridos

Publicidade
TAGS:

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em amarelo e branco: O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com uma árvore estilizada em verde-claro ao ladoMão segurando um smartphone com aplicativo de notícias exibindo O mês é do cliente. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Básico

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 10,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).