3 motivos científicos para você continuar solteiro
Ter companhia para ver um filme de conchinha numa noite chuvosa é bom. Marcar um jantar romântico também. Mas você já pensou que pode haver razões científicas para você continuar sem um amor para chamar de seu? Conheça três delas:
1. Namorar faz você engordar
Dizem que se o casal engordar junto é sinal de felicidade. Mas, em geral, não é o que acontece – pelo menos segundo uma pesquisa britânica que incluiu homens e mulheres que namoravam há mais de um ano. Ao acompanhar os participantes, os estudiosos avaliaram como se deu o ganho de peso e os resultados mostraram que as mulheres engordam, em média, 3 quilos nos primeiros 12 meses de relacionamento. Já os homens tendem a emagrecer.
[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjE4ODE4MywidGl0bGUiOiJQb3IgcXVlIG9zIG5hbW9yb3MgdGVybWluYW0/In0seyJpZCI6NDgwMTMsInRpdGxlIjoiQXNzaXN0aXIgTmV0ZmxpeCAmI3hFOTsgYSAyJiN4QUE7IG1lbGhvciBjb2lzYSBxdWUgdm9jJiN4RUE7IHBvZGUgZmF6ZXIgcGVsbyBzZXUgbmFtb3JvIn1d[/abril-veja-tambem]
2. Quem namora se distancia de dois bons amigos
Essa dói. Pesquisadores da Universidade de Oxford perguntaram a 540 pessoas sobre o círculo de amigos mais próximos – e como isso mudou depois do início do namoro. A maioria deles havia se distanciado de dois grandes amigos. Parece pouco, mas não é. Segundo o estudo, a gente tem só cinco amigões de verdade. Então, perder dois deles é muita coisa. A culpa é mesmo da paixão: você troca as baladas pelo cinema, o bar com os amigos pela noite de conchinha. E assim os amigos ficam em segundo plano.
3. Relacionamentos aumentam o risco de doenças
Mas só se rolar muita briga. Um estudo americano contou com a participação de 37 casais e descobriu que o sistema imunológico dos briguentos era pior. Os voluntários doaram amostras de sangue e tiveram de deixar um dispositivo a vácuo criar machucados bem pequenos, de 8 milímetros, no antebraço. Na sequência, os casais sentaram e passaram um tempo conversando. Os pesquisadores anotaram quais eram as duplas mais esquentadinhas – e que mais se irritavam um com o outro – e perceberam que essa turma precisava de mais tempo para curar os machucados.
[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjI1Mzg2NCwidGl0bGUiOiJFIHNlJiN4MjAyNjsgdG9kbyBtdW5kbyBwYXJhc3NlIGRlIHVzYXIgY2FtaXNpbmhhPyJ9LHsiaWQiOjQ3MDYzLCJ0aXRsZSI6IlF1ZW0gc2UgcHJlb2N1cGEgY29tIG8gbWVpbyBhbWJpZW50ZSBhdHJhaSBtYWlzIHJlbGFjaW9uYW1lbnRvcyBzJiN4RTk7cmlvcyJ9XQ==[/abril-veja-tambem]
A culpa pode ser da falta de ocitocina. Durante um abraço ou troca de carinhos, a quantidade desse hormônio aumenta no corpo. E ele parece estar relacionado também ao fortalecimento do sistema de defesa do organismo. Ou seja, os mais briguentos passam menos tempo se amando e produzem menos ocitocina.
E aí, vale a pena namorar?







